terça-feira, 8 de setembro de 2009

oito de setembro


Antes de mais… « parabéns , amor :) »

Temos uma história linda . Não é daquelas histórias começadas por “Era uma vez”, muito menos um conto de fadas. É pura e simplesmente , a nossa história . Se vai ter um final feliz ou não , só o tempo o dirá , mas espero que sim . As personagens ficaram definidas desde o primeiro ensaio. Eu e tu como personagens principais. O resto como figurantes . Quanto ao desenrolar da história, esse está nas nossas mãos. Sim , para além de personagens intervenientes, somos, também, realizadoras da nossa própria história. Somos somente nós que decidimos o que acontece e o que não acontece, o que acaba e o que vai permanecer… tudo .

É estranho… sinto que não há palavras para ti, nem explicações para nós. Somos o que somos sem ‘comos’ nem ‘porquês’, somos o que somos porque sim , porque nos apetece . Vivemos a vida da melhor ou da pior maneira, mas juntas, sempre juntas.
Grande parte do que sou hoje e da minha felicidade, devo-te a ti e, por mais que tente, nunca vou conseguir agradecer totalmente o que fizeste e continuas a fazer por mim. És incrível, és a pessoa que mais se preocupa comigo. Estás sempre lá quando preciso, tens sempre a palavra certa na altura certa, dás os melhores abraços do mundo , adivinhas quando alguma coisa está mal comigo… tudo.
Basicamente , estou a tentar dizer que és fantástica e tenho orgulho em te chamar de 'VIDA' .
Cláudia Sofia Monteiro Gomes, eu JURO que te amo e que nunca te vou largar :$



E mais uma vez, PARABÉNS.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

tipo , eu amo-te .


É difícil escrever alguma coisa sobre ti ou sobre nós . Tudo o que eu sinto, tu já estás farto de saber . Sabes a importância que tens, sabes que era capaz de fazer de tudo por ti, para te ver feliz.
É incrível olhar para trás e relembrar todos os nossos momentos, e os obstáculos que fomos ultrapassando até te teres tornado naquilo que és agora – o melhor amigo, o MEU melhor amigo . :$
E falando em momentos … lembro-me de cada sorriso, de cada conversa, de cada desabafo, de cada abraço, de cada saída , etc.
Lembras-te das nossas guerras de borrachas e canetas, durante as aulas, quando tínhamos 10 anos ?
Eu lembro. Aliás, não há nada que tenha esquecido. Lembro-me de cada aula passada ao teu lado, de cada conversa sem nexo ou de cada sorriso sem motivo.
Admiro-te porque consegues arrancar-me um sorriso, mesmo naqueles dias em que só me apetece morrer. És realmente fantástico quando ficas uma tarde inteira a ouvir-me falar dos meus mil e um dramas e, no fim, dizes exactamente aquilo que eu quero ouvir. Mesmo nas minhas decisões mais parvas, tu apoias-me e ficas do meu lado, contra tudo e contra todos. Somos como irmãos, eu por ti e tu por mim, em qualquer circunstância.
São muitos anos de pura amizade , muitos meses de grandes sorrisos , muitas semanas de aventuras , muitos dias de cumplicidade, muitas horas de confiança, muitos minutos de carinho e muitos segundos de felicidade.
“és a minha número 1”, “és a mulher da minha vida” - Sabes que eu fico toda derretida quando dizes estas coisas bonitas , não sabes ? :)




Alexandre Rodrigues, melhor amigo do universo ,

eu amo-te muito . (L) :$

terça-feira, 11 de agosto de 2009

"assuntos do passado"

Fim do dia ; início da noite .

O quarto está escuro, mas não quero adormecer; quero ficar a noite inteira a pensar em ti e em tudo o que vivemos . Subitamente vieram-me à memória recordações que eu julgava estarem enterradas. Lembrei-me de todas as vezes que me fizeste sofrer, de todos os dias em que me viraste as costas e de todas as noites que chorei por ti, mesmo sem saberes. Como é que consegui “esconder” isto de mim própria durante tanto tempo? Acho que a resposta é CEGUEIRA . Estava tão “vidrada” em ti que não queria ver os teus defeitos nem o mal que me fazias, mas a verdade é que é e sempre foi uma enorme nuvem negra a pairar sobre este “mar de rosas”, o nosso (suposto) mar de rosas. Não és mais aquilo a que eu gosto de chamar “um dia de sol no meio do inverno” , mas sim “um dia de chuva no meio do verão”.

Sinceramente, nada do que tu me fizeste chegou a desaparecer, mas pensei que mandar tudo para trás das costas seria mais fácil. Pelos vistos não foi. E é à noite, quando estou sozinha, que estes “assuntos do passado” resolvem assombrar o meu pensamento.

« pelos vistos,
aquilo do "águas passadas
não movem moinhos"
não é bem assim...»

sábado, 11 de julho de 2009

supergirls don't cry .

Estou farta que permaneça em mim aquela sensação de desejo. Desejo, sim. Sabes aqueles ‘mitos’ das pestanas e das estrelas cadentes? O meu desejo era sempre o mesmo: “voltar a ser feliz contigo”.
Agora? Agora cresci e finalmente ganhei coragem suficiente para te deixar. Quanto ao desejo? Continuo a querer ser feliz, mas não contigo. Repito: “… não contigo.”

Estou farta, juro-te que estou farta. Farta das minhas próprias lamúrias, farta de incertezas ou certezas pendentes, farta de ilusões acabadas em desilusões, farta de corações partidos, farta de melodramas!
Eu sou forte e decidida! Deixaste de habitar no meu pensamento e de invadir os meus sonhos. Deixaste de ser a razão de tudo e de obter o exclusivo da minha atenção.
Dizes que estás a sofrer? Que bom, agora sabes qual é a sensação de estar bem no “fundo do poço”, sensação que eu tive que aguentar durante vários dias (que mais pareceram séculos). Sabes que mais? Espero que sofras o dobro daquilo que eu sofri! Sempre fizeste transparecer que merecias mais do que eu, por isso aí está a tua oportunidade (tenta sofrer mais).
Para mim, chega! Acabaram-se os dramas todos e os textinhos deprimentes! Aliás, é neste preciso momento que prometo a mim própria que não me volto a fechar no quarto a ouvir música e a pensar em ti ; nem vou escrever mais uma única página melodramática com o teu nome referido !
Por mais que me custe, vou seguir em frente com a minha vida. Pensei que seria difícil esquecer-te, mas vendo a maneira como o fizeste, parece ser bastante fácil virar as costas a tudo o que vivemos.

« e pensar que houve momentos em que disse
que eras tudo para mim. »

sábado, 6 de junho de 2009

« não fomos feitos um para o outro »

Talvez ; talvez parte da culpa seja minha, mas já não dava mais para aguentar. Não me arrependo de nada. Eu lutei por ti , por isto e por nós. E tu? Tu não colaboraste nem o mínimo que fosse ; limitaste-te a esperar que fosse só eu a ‘segurar’ esta relação. Desisti! Não sou forte o suficiente ? Pois não , qualquer pessoa que passe pelo que eu passei , torna-se bastante vulnerável.
Não posso dizer que te esqueci , mas habituei-me à tua ausência. Pensei que te conhecia como a palma da minha mão , mas afinal nada passou de uma grande ilusão. Sim, pode-se dizer que me iludo facilmente (e desiludo-me ainda com mais facilidade) .


Achas mesmo que vou continuar a chorar e a deprimir pelos cantos? Se sim , estás muito enganado. Já passei por coisas bem piores e , como podes ver, ainda aqui estou .
Não vou dizer que não estou a sofrer com isto tudo , mas cada vez tenho menos saudades tuas . Já não passo os dias a olhar para o telemóvel à espera de uma mensagem tua (percebi que nunca o vais fazer).
Faz um favor a ti próprio : cresce e , quando estiveres realmente arrependido, sabes o meu número e os sítios que frequento.

Resumindo e concluindo , vou ser bastante feliz longe de ti (e da tua arrogância).
« vendo o lado positivo disto,
aprendi uma coisa,
não fomos feitos um para o outro »