segunda-feira, 23 de agosto de 2010
heartless
Aconteceu tudo de repente. De um dia para o outro. Perdi-te sem saber porquê. Escorregaste-me por entre os dedos e ainda hoje não consigo encontrar explicação tal acontecimento. Uma perda irrecuperável, sonhos despedaçados e uma vida desfeita. Quando dou por isso, é tarde demais para voltar atrás. Agora tu vais embora e segues a tua vida, como se nada fosse. E eu? Fico à espera que voltes? Fico no meu canto a criar expectativas? Confronto-te e imploro que voltes? Não. Óbvio que não. É só uma questão de tempo até te arrancar da minha cabeça e poder voltar a ser feliz. O pior é esta coisa a que gostam de chamar «saudade» e esta merda que carrego dentro do peito, chamada «coração» que, provavelmente, é o que te falta e sempre faltou.
sábado, 19 de junho de 2010
it's so hard to face,i lost you
(…) as lágrimas correm-me, agora, pela cara e falta-me forças e inspiração para escrever. Adormeço a pensar em ti, sonho contigo e acordo contigo no pensamento. Não me tens saído da cabeça nem por um segundo. O que é que nos aconteceu? Éramos inseparáveis, inquebráveis, éramos um só e, de um momento para o outro, foi-se tudo…
Só eu sei o quanto isto tem sido difícil, o quanto me mata por dentro, passar por ti e ter de fingir que não te conheço; o quanto me dói pensar que já esqueceste tudo o que vivemos; o quanto me custa saber que as coisas nunca vão voltar a ser o que eram.
Eu juro-te, a minha vontade é correr para ti, dar-te o maior abraço do mundo e dizer-te o quanto eu te amo e a falta que me fazes!, em vez disso, ignoramo-nos mutuamente…
Já não adianta de nada eu continuar a lutar por uma coisa que nunca vai voltar. Não adianta ficar na esperança de pensar que és tu quando vejo “1 mensagem recebida” no telemóvel, não adianta continuar a viver na ilusão que, quando eu menos esperar, tu vais cumprimentar-me com um daqueles nossos super abraços, não adianta sequer sonhar que este verão vai ser igual ao outro, não adianta…
A culpa não é tua nem minha. São caminhos diferentes, vidas distintas e os outros demais obstáculos.
Portanto, vou seguir a minha vida assim como tu fizeste com a tua. Mas garanto-te, mais tarde ou mais cedo, eu vou arranjar força e coragem para te enfrentar e dizer-te tudo o que tenho atravessado neste nó.
Só eu sei o quanto isto tem sido difícil, o quanto me mata por dentro, passar por ti e ter de fingir que não te conheço; o quanto me dói pensar que já esqueceste tudo o que vivemos; o quanto me custa saber que as coisas nunca vão voltar a ser o que eram.
Eu juro-te, a minha vontade é correr para ti, dar-te o maior abraço do mundo e dizer-te o quanto eu te amo e a falta que me fazes!, em vez disso, ignoramo-nos mutuamente…
Já não adianta de nada eu continuar a lutar por uma coisa que nunca vai voltar. Não adianta ficar na esperança de pensar que és tu quando vejo “1 mensagem recebida” no telemóvel, não adianta continuar a viver na ilusão que, quando eu menos esperar, tu vais cumprimentar-me com um daqueles nossos super abraços, não adianta sequer sonhar que este verão vai ser igual ao outro, não adianta…
A culpa não é tua nem minha. São caminhos diferentes, vidas distintas e os outros demais obstáculos.
Portanto, vou seguir a minha vida assim como tu fizeste com a tua. Mas garanto-te, mais tarde ou mais cedo, eu vou arranjar força e coragem para te enfrentar e dizer-te tudo o que tenho atravessado neste nó.
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Acredita, eras um verdadeiro
irmão e melhor amigo, JOÃO.
irmão e melhor amigo, JOÃO.
terça-feira, 4 de maio de 2010
sempre
Da mesma maneira que nunca acreditei em histórias de bruxas, fadas, dragões, animais falantes e outros mitos, nunca acreditei em histórias de amor. Ambos nunca passaram de grandes mitos, lendas, sonhos…sonhos… e se isto é ‘apenas’ um sonho, eu não quero acordar.
De repente, tudo mudou. Não passei a acreditar em fadas nem em duendes, mas, subitamente, as histórias de amor parecem fazer todo o sentido. Não precisamos de grandes castelos, nem de florestas encantadas; precisamos um do outro, apenas.
Agora eu acredito em tudo o que ouvi nas histórias de amor, acredito em cada palavra e em cada vírgula. Agora eu acredito e sinto na pele tudo aquilo que, em tempos, não acreditei. Mas acima de tudo, agora eu acredito nos “para sempre’s” porque não imagino o meu futuro sem ti.
De repente, tudo mudou. Não passei a acreditar em fadas nem em duendes, mas, subitamente, as histórias de amor parecem fazer todo o sentido. Não precisamos de grandes castelos, nem de florestas encantadas; precisamos um do outro, apenas.
Agora eu acredito em tudo o que ouvi nas histórias de amor, acredito em cada palavra e em cada vírgula. Agora eu acredito e sinto na pele tudo aquilo que, em tempos, não acreditei. Mas acima de tudo, agora eu acredito nos “para sempre’s” porque não imagino o meu futuro sem ti.
« se é um sonho, não quero acordar
se é real, não vai acabar . »
sábado, 24 de abril de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
à '273' é de vez

Mesmo depois de ter dito milhares de vezes a mim própria que não ia voltar a dirigir-te a palavra, eu fi-lo. Dei-te uma última oportunidade, porque nunca deixei de acreditar em nós. Aliás, dei-te mais que uma chance, dei-te todas até atingir o meu limite. Mas sabes que mais? Isto já ultrapassou todos os limites. Juro que fiz os possíveis e os impossíveis para que resultasse, mas infelizmente, as coisas não funcionam se não mexeres uma palha por isto!
Dizias que me amavas, que era tudo para ti e juraste que ia ser “para sempre”, mas, sabes, de boas intenções está o inferno cheio, e eu não preciso das tuas falinhas mansas, nem das tuas promessas falsas. Eu aprendi muito contigo; da maneira mais dura, mas aprendi. Agora sei que não posso confiar em tudo que é ser humano, sei que os finais felizes só existem em contos de fadas; agora eu sei e não vou voltar a cometer o mesmo erro, obrigada.
Dizias que me amavas, que era tudo para ti e juraste que ia ser “para sempre”, mas, sabes, de boas intenções está o inferno cheio, e eu não preciso das tuas falinhas mansas, nem das tuas promessas falsas. Eu aprendi muito contigo; da maneira mais dura, mas aprendi. Agora sei que não posso confiar em tudo que é ser humano, sei que os finais felizes só existem em contos de fadas; agora eu sei e não vou voltar a cometer o mesmo erro, obrigada.
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